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O que é o Transtorno dismórfico do corpo e quais os seus perigos?

  • 2 de setembro de 2019

O transtorno dismórfico corporal é caracterizado pela visão distorcida do próprio corpo. Ele é um transtorno mental definido, basicamente, como uma preocupação excessiva com algum defeito imaginário na aparência física em uma pessoa com aparência normal.

Quem possui esse transtorno se torna intensamente obcecado com a imagem corporal, checando o corpo diversas vezes por dia no espelho, sem conseguir levar uma vida tranquila.

Essa obsessão acaba culminando em sofrimento e prejudicando a vida cotidiana do afetado.

São exemplos de sintomas e sinais que evidenciam o TDC:

— Estar constantemente preocupado com alguma característica corporal que considere imperfeita, mesmo que essas características não sejam perceptíveis para outras pessoas.

— Acreditar que o seu corpo é deformado.

— Acreditar fielmente que as pessoas reparam de maneira negativa e constantemente as “falhas” do seu corpo.

— Tentar esconder as falhas percebidas com maquiagens e roupas que cubram o corpo.

— Estar o tempo todo comparando a sua aparência com a de outras pessoas.

— Ter fixação por procedimentos estéticos.

— Preocupar-se com a aparência ao ponto de suprimir sua vida social.

Diante do exposto, fica evidente que esse transtorno não é saudável e prejudica a vida daqueles que sofrem com ele em diversas áreas, que parte da vida social e funcional, atingindo também a saúde física e mental da pessoa.

Dentre os perigos envolvidos no TDC podemos destacar:

— Desenvolver transtornos relacionados ao humor e depressão.

— Ter pensamento e/ou comportamentos suicidas;

— Desenvolver transtornos de ansiedade e/ou obsessivo-compulsivo (TOC).

— Desenvolver problemas de saúde.

— Apresentar distúrbios alimentares.

— Fazer uso abusivo de dermocosméticos e medicações por conta própria.

Infelizmente, não há como prevenir o transtorno dismórfico do corpo, porém, como na maioria das vezes ele se inicia durante a adolescência, é possível que os pais o identifiquem com antecedência e procurem auxílio especializado, como de um psiquiatra e também de um psicólogo, por exemplo.

Já conviveu ou convive com alguém que possui TDC? Conte pra gente nos comentários suas experiências e vamos interagir para ajudar outros leitores. E não se esqueça de curtir e compartilhar o nosso conteúdo.

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